Shitcoins são criptomoedas de baixa qualidade, muitas vezes criadas sem utilidade prática e com foco quase exclusivo na especulação. Costumam surgir impulsionadas por memes, tendências virais ou promessas vagas, apresentando grande volatilidade e alto risco de perda total. Apesar disso, algumas shitcoins podem alcançar valorização rápida quando conquistam uma comunidade ativa e forte presença nas redes sociais.

Em essência, shitcoins são tokens sem proposta sólida e com fundamentos frágeis, mas que, por seu caráter altamente especulativo, podem gerar ganhos expressivos em curto prazo. O risco elevado exige cautela, especialmente devido à baixa liquidez, possibilidade de golpes e manipulação de preço em esquemas conhecidos como pump and dump. Para quem ainda deseja investir, pré-vendas e DEX costumam ser os principais ambientes de negociação.

Neste guia, detalhamos os pontos essenciais para identificar shitcoins, entender seus riscos e reconhecer sinais de potencial. Também serão apresentadas opções consideradas promissoras em 2026, além de orientações sobre como comprar no Brasil com atenção à segurança.

Melhores shitcoins para investir hoje – lista atualizada em 2026

  • Nova pré-venda de Bitcoin Layer 2 com grandes recompensas de staking
  • Ao utilizar um SVM, o Bitcoin Hyper está a revolucionar o potencial do Bitcoin
  • Os primeiros compradores podem utilizar tokens $HYPER para transações, staking e governação do ecossistema
Lançamento
Maio de 2025
Tipo
Projeto Bitcoin Layer 2
Métodos de compra
  • Cartão bancário
    Cartão bancário
  • BNB
    BNB
  • ETH
    ETH
  • USDT
    USDT
  • +1 mais
  • A "Forma Final" do Doge - A Evolução Definitiva das Memecoins com o Tema Canino
  • 25% do fornecimento reverte para futuras parcerias e eventos
  • Prova de Treino/Prova de Vitória - Máxima Incorporação do Meme
Lançamento
Julho de 2025
Tipo
Memecoin
Métodos de compra
  • ETH
    ETH
  • BNB
    BNB
  • USDC
    USDC
  • USDT
    USDT
  • Cartão bancário
    Cartão bancário
  • +2 mais
  • Impulsiona uma arquitetura de segurança resistente à computação quântica para carteiras digitais e empresas
  • Tokenomics deflacionária com mecanismos de queima ao executar cargas de trabalho quânticas
  • Benefícios adicionais do token, como staking e direitos de voto em decisões do protocolo
Lançamento
Nov. 2025
Tipo
Quantum SaaS
Métodos de compra
  • ETH
    ETH
  • USDC
    USDC
  • USDC
    USDC
  • Liquidez unificada entre Bitcoin, Ethereum e Solana
  • Negociações mais rápidas, maior liquidez e fluxo de capital cross-chain seguro
  • Potencial para ampliar a interconectividade para desenvolvedores
Lançamento
Nov. 2025
Tipo
Layer 3
Métodos de compra
  • ETH
    ETH
  • USDC
    USDC
  • USDT
    USDT
  • Sol
    Sol
  • BNB
    BNB
  • Cartão bancário
    Cartão bancário
  • +3 mais
  • Primeira plataforma premium e criação de conteúdos focada em IA
  • Mais de 250 milhões de seguidores combinados
  • Benefícios de Staking + Creator
Lançamento
Abril de 2025
Tipo
Criação de conteúdo IA
Métodos de compra
  • Cartão bancário
    Cartão bancário
  • USDT
    USDT
  • ETH
    ETH
  • BNB
    BNB
  • USDC
    USDC
  • +2 mais

Resumo das melhores shitcoin em 2026

As melhores shitcoins de 2026 incluem projetos em pré-venda com forte comunidade, narrativa viral e mecanismos de utilidade que podem gerar crescimento acelerado. Entre os ativos estão Bitcoin Hyper, Maxi Doge, Pepenode, Best Wallet Token e SUBBD.

  1. Bitcoin Hyper: shitcoin que  mistura Solana e Bitcoin em Layer 2
  2. Maxi Doge: staking automático e alavancagem 1000x
  3. Pepenode: uma das shitcoins mais comentadas de 2025
  4. SUBBD: oferece acesso à conteúdos exclusivos

O que são shitcoins?

o que são shitcoins - definição

Shitcoins são altcoins de baixa qualidade, sem utilidade prática, proposta sólida ou base tecnológica consistente. Em geral, são tokens que surgem para aproveitar o hype de projetos maiores, como Bitcoin ou Ethereum, e dependem quase exclusivamente do movimento especulativo da comunidade.

Para compreender completamente o conceito, vale lembrar que altcoins são todas as novas criptomoedas criadas depois do Bitcoin (BTC). Dentro desse universo, as shitcoins representam o grupo de tokens sem objetivo claro, sem produto funcional e, muitas vezes, sem apoio de uma comunidade estruturada.

Outro ponto relevante é que esses ativos costumam ter valor próximo de zero ou volatilidade extrema. Já projetos sólidos, como Bitcoin ou Ethereum, nasceram com finalidades específicas, como reserva de valor, contratos inteligentes e infraestrutura para aplicações descentralizadas. Nesse contexto, destaca-se ainda o papel das memecoins.

Os tokens memes são criptomoedas inspiradas em piadas, imagens virais ou personagens culturais da internet. Alguns casos, como Dogecoin e Shiba Inu, demonstram que memecoins podem ganhar força graças ao apelo social. Porém, quando não oferecem utilidade concreta, também acabam sendo classificadas como shitcoins.

Em resumo, memecoin é uma criptomoeda oriunda de um meme, enquanto shitcoin é um termo pejorativo usado para tokens considerados sem valor, utilidade ou autenticidade. A distinção prática é simples: memecoins podem se tornar shitcoins. Por outro lado, nem sempre as shitcoins evoluem para algo funcional.

O Bitcoin, por sua vez, foi a primeira criptomoeda lançada, em 2008, e permanece como o maior ativo do mercado por valor de capitalização. O Ethereum, criado em 2015, ocupa a segunda posição, com utilidades próprias ligadas a contratos inteligentes e aplicações descentralizadas. Ambos contrastam com shitcoins justamente pela clareza de propósito e robustez tecnológica.

Veja também: Como comprar Bitcoin no Brasil.

Como identificar uma shitcoin?

Para identificar uma shitcoin, verifique utilidade real, transparência da equipe, tokenomics, liquidez do contrato e exagero nas promessas de retorno. Projetos sem whitepaper, sem roadmap e com marketing agressivo tendem a ser de alto risco.

Em resumo, observe principalmente estes pontos:

  • Falta de utilidade real: o projeto não apresenta casos de uso práticos, protótipo, dApp ou parceria que comprove demanda real;
  • Promessa de lucros exagerados: retornos diários ou APYs astronômicos, sem explicação econômica sustentável, são típicos de golpes;
  • Equipes anônimas: desenvolvedores sem perfis públicos, LinkedIn vazio ou currículo inconsistente dificultam a cobrança de responsabilidade;
  • Tokenomics desequilibrado: fornecimento total inflacionário, grande parte dos tokens alocada à equipe ou desbloqueios (vesting) muito curtos aumentam o risco de dump;
  • Liquidez baixa ou controlada pelos criadores: pools pequenos, ausência de bloqueio ou chaves de liquidez nas mãos de um único endereço facilitam rug pulls;
  • Whitepaper vago ou inexistente: documentação sem detalhes técnicos, sem roadmap mensurável ou com promessas genéricas indica falta de seriedade;
  • Marketing baseado apenas em hype e influenciadores: campanhas agressivas em redes sociais, memes e grupos de pump-and-dump, mas sem conteúdo técnico ou comunidade orgânica, sugerem manipulação de preço.

Ou seja, shitcoins raramente apresentam um produto funcional ou casos de uso práticos no mundo real. Muitas vezes eles também não têm whitepaper técnico ou roteiro claro de desenvolvimento​.

Equipes desconhecidas — sem histórico comprovado — ou grandes promessas de “rendimentos garantidos” (APYs elevados) também são indícios de alerta. Ademais, shitcoins costumam ser lançadas de forma rápida, com hype em redes sociais e sem fiscalização. Isso acaba criando liquidez muito baixa e volatilidade extrema.

Como evitar golpes de pump and dump

Para evitar golpes com shitcoins, analise liquidez bloqueada, permissões do contrato, variações de preço incomuns e histórico da equipe. Tokens sem liquidez real ou com supply controlado por poucos endereços representam risco extremo.

Tal cuidado é importante por ser comum que shitcoins estejam associadas a esquemas de pump and dump e rug pulls. No esquema de pump and dump, por exemplo, golpistas podem espalhar informações falsas ou sensacionalistas para inflar artificialmente o preço de um token.

Em muitos casos, isso acaba ocorrendo via redes sociais, grupos de Telegram e até anúncios. O problema é que, nesse caso, são vendidas as posições no pico. Logo que “desapegam” (dump) seu montante, o preço despenca e os investidores que entraram depois perdem muito dinheiro​.

Outro golpe comum é o rug pull. Basicamente, os criadores do projeto levantam fundos nos lançamentos de criptomoedas e subitamente retiram toda a liquidez, abandonando o projeto com o dinheiro dos investidores.

Como evitar esse tipo de problema?

Mas, afinal, como evitar esse tipo de problema? Abaixo, vamos explicar, em detalhes, as principais dicas e estratégias.

  • Desconfie de altas explosivas: quando uma criptomoeda sobe de preço e de volume de negociação muito rápido, há grande chance de manipulação. Isso, especialmente se não houver notícia relevante que explique. Portanto, verifique o gráfico dos últimos 30 a 90 dias e, se o movimento atual está muito acima da média histórica, espere antes de investir;
  • Confirme a liquidez: em exchanges descentralizadas (DEXs), liquidez baixa facilita golpes. Use plataformas como DEXTools para checar se o criador travou ou queimou o pool de liquidez. Afinal, sem essa “trava”, ele pode retirar os fundos e deixar compradores sem saída;
  • Avalie permissões: ferramentas de auditoria automática, por exemplo, TokenSniffer, mostram se o contrato permite criar tokens extra, alterar taxas ou bloquear vendas. Qualquer permissão desse tipo representa risco elevado para quem entra no projeto;
  • Verifique utilidade real, whitepaper e roadmap: um whitepaper bem elaborado, metas técnicas claras e cronograma detalhado indicam seriedade;
  • Limite suas posições: mesmo após todas as verificações, mantenha apenas uma pequena parte do patrimônio nesse tipo de investimento.

Shitcoins promissoras em 2026

Agora você já sabe o que é shitcoins, como elas funcionam e que cuidados são importantes antes de investir nesse tipo de projeto. Mas, afinal, quais opções estão entre as mais promissoras de 2026? A seguir, nosso time editorial trouxe alguns exemplos que vale a pena considerar antes de investir em shitcoins.

Note, porém, que tais exemplos, embora venham chamando atenção, não oferecem garantia total de lucro. Justamente por isso, recomendamos que faça sempre sua própria pesquisa. Isto posto, confira de perto mais detalhes das melhores criptomoedas para investir hoje.

Bitcoin Hyper ($HYPER): Shitcoin que mistura Solana e Bitcoin em Layer 2

Página de Bitcoin Hyper

Num mercado saturado de promessas vazias e tokens que mal saem do papel, o Bitcoin Hyper ($HYPER) chega como uma daquelas shitcoins que, contra todas as expectativas, têm uma estrutura técnica difícil de ignorar. Em vez de apostar apenas na especulação, o $HYPER combina a robustez da blockchain do Bitcoin com a escalabilidade da Solana, oferecendo uma solução Layer 2 surpreendentemente funcional. Movimentações rápidas de BTC, taxas mínimas, staking com retorno absurdo e uma base protegida por ZK-proofs — soa mais sério do que o nome sugere.

O que faz desta shitcoin um caso à parte é o uso da Solana Virtual Machine (SVM), que permite executar milhares de transações por segundo dentro de uma arquitetura modular altamente eficiente. Embora carregue o rótulo provocativo de “shitcoin” entre entusiastas cínicos e caçadores de lucro relâmpago, o $HYPER apresenta um grau de inovação raro nesse segmento. A rede é periodicamente sincronizada com a Layer 1 do Bitcoin, garantindo compatibilidade e integridade — um feito técnico que poucos memecoins conseguem sequer fingir.

Com staking a render mais de 2000% ao ano e uma pré-venda ainda em andamento, o $HYPER não está apenas a brincar com a estética das shitcoins — está a oferecer uma proposta ousada com algum conteúdo por trás do delírio. Será apenas mais uma moeda a prometer o paraíso antes de evaporar no ar? Ou uma piada que, por acidente, construiu um ecossistema funcional? Seja como for, muitos já estão a segurar os seus bags com um sorriso — e isso, no mundo das shitcoins, já é metade do caminho para o sucesso.

Acesse a pré-venda agora e aproveite os últimos dias do token a preços mais baixos antes da listagem.

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Maxi Doge ($MAXI): Shitcoin bombada com staking automático

Maxi Doge

Entre as milhares de memecoins tentando parecer sérias ou as sérias tentando viralizar como memes, o Maxi Doge ($MAXI) surge como uma shitcoin que não pede desculpas por ser o que é: exagerada, barulhenta, cheia de testosterona — e, surpreendentemente, funcional. Enquanto muitos projetos se perdem entre whitepapers vazios e promessas de “fazer diferente”, o $MAXI entrega uma fórmula direta: staking automático, concursos de ROI e uma estética que mistura Doge, pré-treino e overdose de gráficos verdes.

A base é a Ethereum, mas a alma é 100% degenerada: o Maxi Doge é o final boss dos shitcoins do tipo Doge. Tem narrativa, tem culto próprio e um sistema de recompensas automáticas que distribui ganhos diários para quem segura o token. Além disso, 25% da oferta está alocada num fundo próprio (MAXI Fund), usado para parcerias, marketing e, quem sabe, alguma plataforma de futuros que tope colocar 1000x de alavancagem num meme com tanquinho.

O que chama atenção é o grau de organização por trás da piada. Pré-venda estruturada, tokenomics fixa, contrato auditado e uma comunidade em expansão. Tudo isso sem tentar esconder que o projeto é, antes de mais nada, uma grande brincadeira sobre o vício em ganhar dinheiro rápido.

Se vai durar? Se vai valorizar? São perguntas válidas. Mas entre um shitcoin qualquer e uma que sabe exatamente o que é — Maxi Doge parece mais bem posicionado que muitos tokens “sérios”. E no fim das contas, no mundo cripto, honestidade brutal e boa narrativa valem mais que promessas frias.

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Pepenode ($PEPENODE): Uma das shitcoins mais comentadas de 2025

Pepenode ($PEPENODE)

Pepenode ($PEPENODE) é uma das shitcoins mais comentadas de 2025 e se apresenta como a primeira do tipo “mine-to-earn”. Diferente de muitas shitcoins que se limitam ao humor e à especulação, este projeto combina a cultura dos memes com um mecanismo de mineração virtual que oferece recompensas reais na blockchain. Inspirado no icônico Pepe the Frog, o token une entretenimento e utilidade em um formato inovador.

A proposta “mine-to-earn” transforma a mineração tradicional em uma experiência gamificada. Em vez de depender de hardware caro ou conhecimento técnico, os usuários podem montar plataformas virtuais e operar nós simulados. A estratégia individual e o nível de atividade determinam os ganhos, criando uma dinâmica que mantém a comunidade ativa tanto na pré-venda quanto nas etapas seguintes do projeto.

O $PEPENODE é um token ERC-20 lançado na rede Ethereum, com fornecimento total de 210 bilhões de unidades e suporte a staking para geração de renda passiva. O roadmap prevê, até 2026, o lançamento da mainnet própria e a implementação de uma DAO para governança descentralizada. Atualmente, o token está em pré-venda ao preço de US$ 0,001004 por unidade, consolidando seu espaço entre as novas shitcoins que buscam se destacar no mercado.

Visite Pepenode

SUBBD: oferece acesso à conteúdos exclusivos

criptomoedas de inteligência artificial: SUBDD

O SUBBD ($SUBBD) é o token utilitário de uma plataforma Web3 que une blockchain e IA para conectar criadores de conteúdo e fãs, sem intermediários. Lançado em abril de 2025, o projeto já arrecadou, até o momento, mais de US$294 mil na pré-venda.

Dentre seus principais destaques, vale mencionar que ele conta com o apoio inicial de 2.000 influenciadores. O detalhe é que, juntos, eles somam mais 250 milhões de seguidores. Portanto, o projeto apresenta um grande potencial. Sem mencionar que os detentores do token têm acesso a conteúdos exclusivos, recompensas e muito mais.

O suprimento total está, segundo a tokenomics do projeto, limitado a 1 bilhão de unidades. Aliás, os investidores podem comprar $SUBBD — com ETH, BNB, USDT, USDC ou cartão — e fazer staking com rendimento fixo de 20% ao ano. As recompensas, por sua vez, serão distribuídas ao final da pré-venda e poderão ser reivindicadas pelos usuários em até 7 dias.

Visite SUBBD

O que são shitcoins: tabela comparativa

Bitcoin Hyper ($HYPER) Trading / Utilitário Variável ETH, BNB, USDT, cartão Alto
Maxi Doge ($MAXI) Meme / Gamificado Automático diário ETH, BNB, USDT, USDC, cartão Alto
Pepenode ($PEPENODE) Meme / Mine-to-Earn Automático (staking) ETH, USDT, carteiras Web3 Alto
SUBBD ($SUBBD) IA / Conteúdo 20% fixo ETH, BNB, USDT, cartão Médio

Vale a pena investir em shitcoins?

Investir em shitcoins pode gerar ganhos elevados em curto prazo, mas envolve risco extremo. Afinal, os tokens dependem de hype e comunidade, não de fundamentos técnicos.

As shitcoins inegavelmente chamam a atenção pela alta volatilidade e potencial de lucros expressivos em um curto período. Em alguns casos, observa-se ganhos superiores a 100x em poucas semanas quando o projeto certo ganha tração. Os tokens geralmente conquistam grande visibilidade nas redes sociais, graças a comunidades engajadas que alimentam o interesse e aceleram o movimento de valorização.

Um exemplo marcante é o da Dogecoin, que atingiu quase US$ 0,73 em maio de 2021, proporcionando retornos próximos de 10.000% para quem comprou antes da alta. Maxi Doge e Wall Street Pepe seguem a mesma lógica: comunidades fortes e base de apoiadores impulsionam o preço rapidamente.

Utilidade prática ou valor intrínseco

Mas, apesar do potencial de lucro, a maioria das shitcoins carece de utilidade prática ou valor intrínseco, o que torna o investimento altamente especulativo. Logo, os riscos associados às shitcoins são importantes.

A ausência de fundamentos sólidos faz com que o preço dependa quase exclusivamente do entusiasmo do mercado, o que pode resultar em perdas totais quando o interesse diminui. Muitos investidores que buscam ganhos rápidos acabam presos em quedas abruptas, reforçando cautela e disciplina financeira ao lidar com o ativo.

O ideal é aplicar estratégias de gestão de risco ao lidar com shitcoins, destinando apenas uma parte do portfólio para esses ativos. O método permite diversificar sem comprometer o capital principal. Além disso, é fundamental analisar o projeto de forma detalhada antes de investir, verificando o whitepaper, a equipe responsável e o nível de engajamento da comunidade, evitando tokens já saturados pelo hype.

Para quem compreende e aceita o risco elevado, as shitcoins oferecem oportunidades de lucro em curto prazo. Basta manter expectativas realistas e lembrar que muitos projetos perdem valor. Investir estrategicamente, com prudência e sem comprometer recursos é a melhor forma de explorar o potencial sem se expor a perdas irreversíveis.

Como comprar shitcoins no Brasil?

Imagem com a pagina inicial da carteira Best Wallet

No Brasil, shitcoins são compradas principalmente por meio de pré-vendas e DEX. Em resumo, o investidor precisa de uma carteira Web3, geralmente paga usando ETH, USDT ou Pix via on-ramp, e confirma a transação diretamente no contrato do projeto.

O mesmo raciocínio, na verdade, se aplica ao resto do mundo. De modo geral, as shitcoins são negociadas em exchanges descentralizadas porque a maioria não está listada em corretoras tradicionais. Nesse sentido, para comprar criptomoedas como Bitcoin Bull, Mind of Pepe, entre outros tokens, é preciso usar carteiras cripto sem custódia.

Em nossa análise, a principal escolha pode ser a Best Wallet, já que se trata de uma plataforma acessível, segura e completa para iniciantes e veteranos. Dito isso, o passo a passo é bem simples e, independentemente do token escolhido, as etapas são gerais. A seguir, explicamos em detalhes cada uma delas:

  1. Acesse o site da pré-venda oficial do token que deseja adquirir;
  2. Em seguida, crie uma carteira compatível com o token. (Ex: Best Wallet);
  3. Selecione um mecanismo de pagamento. Ex: ETH, USDT, cartão);
  4. Siga as etapas necessárias para concluir o pagamento, segundo a quantidade de tokens que pretende incluir em seu portfólio;
  5. Confirme a transação e aguarde o recebimento dos tokens.

Cuidados com golpes em grupos e influencers

É vital tomar cuidado redobrado no processo de compra de quaisquer tokens, sobretudo shitcoins. Isso ocorre, pois infelizmente as fraudes ainda são comuns, afinal, muitos tokens não possuem fundos de liquidez reais ou têm contratos maliciosos, por exemplo.

Nesse contexto, sempre verifique que você está no site correto do projeto, e que o endereço do token é legítimo. Além disso, desconfie de grupos de Telegram/WhatsApp ou influenciadores oferecendo conselhos de investimento.

Ademais, evite clicar em links suspeitos ou baixar aplicativos piratas. Seguindo todos esses cuidados, eventualmente você poderá minimizar o risco de golpes ao comprar shitcoins no Brasil.

Leia nossa análise da Best Wallet e confirme por que a carteira é ideal para qualquer nível de investidor. 

O que são shitcoins: bolha ou inovação?

O futuro das shitcoins é tema de debate entre especialistas. Alguns veem esse fenômeno como uma bolha especulativa, comparável à mania das ICOs de 2017. Isso se dá, pois muitos projetos são criados quase sem nada por trás, e tendem a sumir quando a moda passa.

Nesse sentido, vale saber que a excitação e a criatividade em torno desses tokens podem moldar o futuro do mercado cripto. Ou, em alguns casos, desaparecer diante de desafios inesperados​.

Por outro lado, há quem aponte para possíveis inovações. Várias shitcoins atuais incorporam tendências tecnológicas reais, como inteligência artificial. Por exemplo, bots de trading, tokens que autogeram negociações e jogos blockchain (GameFi). Como mencionamos, inclusive, os melhores memecoins têm integrado recursosde IA e NFTS.

Há ainda o fator entretenimento e marketing. A cultura meme pode levar criptomoedas para públicos de massa, o que é inédito na história financeira. Todavia, outros aspectos também merecem atenção, como a regulação.

Importa saber que autoridades de diversos países já alertaram sobre o risco desses ativos. Inclusive, algumas memecoins já se tornaram alvo de investigações, o que indica que reguladores podem exigir transparência ou até proibir publicações enganosas. Portanto, no longo prazo, apenas projetos com estrutura minimamente séria tendem a sobreviver ao escrutínio.

Em conclusão, o mercado de shitcoins pode continuar crescendo durante um tempo (impulsionado por memes, IA e cultura pop). Apesar disso, há o risco de um estouro se ficar excessivamente movido por especulação. Nesse sentido, além de saber o que são shitcoins, é preciso ficar de olho se esse movimento vai se consolidar como inovação ou se diluirá num grande estouro de bolha.

Perguntas frequentes sobre Shitcoins

O que é uma shitcoin?

Expandir

Shitcoin é uma criptomoeda sem valor ou utilidade reais. Geralmente trata-se de um altcoin criado sem fundamentos sólidos, muitas vezes apenas para especulação de preço​.

Como saber se uma moeda é golpe?

Expandir

Desconfie de moedas que prometem lucros fáceis, oferecem retornos APY muito altos ou têm equipe anônima. Outros sinais de alerta são falta de whitepaper, comunidades pequenas e rápidas mudanças de preço sem explicação.

Posso lucrar com shitcoins?

Expandir

Em teoria sim: algumas shitcoins (Ex: Dogecoin, Pepe, etc.) já renderam ganhos astronômicos a investidores. No entanto, a mesma volatilidade extrema que permite lucros rápidos pode provocar perdas igualmente rápidas.

Qual a diferença entre uma shitcoin e uma memecoin?

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Nem todo memecoin é oficialmente um shitcoin, mas há grande sobreposição. Memecoin é qualquer criptomoeda inspirada em meme ou brincadeira (como Dogecoin, Shiba Inu), focada em viralidade. Já shitcoin é uma denominação genérica para criptos sem valor real.

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Thiago Luiz Lapa
Thiago Luiz Lapa
Portuguese Content Editor and Writer

Thiago Luiz Lapa é jornalista com mais de 10 anos de experiência em comunicação. Além de atuar como analista, pesquisador e investidor em criptomoedas e finanças tradicionais, Thiago dedica-se a escrever sobre criptomoedas e tecnologia desde 2019. Em constante busca... Leia mais

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