À medida que o BTC continua a amadurecer como um ativo macro global, medos recorrentes de que computadores quânticos possam quebrar carteiras antigas — incluindo as holdings de BTC de Satoshi — voltam à tona.
Nesta semana, o analista on-chain Willy Woo descartou essas preocupações, argumentando que mesmo o pior cenário, nesse caso, não ameaçaria a sobrevivência do Bitcoin.
Nesse sentido, investidores estão cada vez mais olhando para além do Bitcoin nativo, e se perguntando se Layer-2s escaláveis do Bitcoin, como Bitcoin Hyper, por exemplo, não poderiam ser uma jogada inteligente rumo a 2026.
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Computação quântica pode realmente quebrar o BTC?
A ideia de que a computação quântica poderia destruir o Bitcoin está associada aos primeiros formatos de carteiras cripto.
Aproximadamente 4 milhões de BTC, incluindo cerca de 1 milhão de moedas atribuídas a Satoshi Nakamoto, estão armazenados em endereços pay-to-public-key (P2PK).
Esses formatos antigos revelam a chave pública on-chain quando uma transação é feita. Em teoria, isso poderia torná-los vulneráveis a um computador quântico suficientemente avançado, capaz de derivar a chave privada.

No entanto, teoria e realidade são bem diferentes. Como observou recentemente Adam Back, cofundador da Blockstream e um dos primeiros contribuidores do Bitcoin, o BTC não depende de ‘criptografia’ da forma como muitos imaginam.
Isso porque seu modelo de segurança é baseado em criptografia de curvas elípticas. Quebrá-la, portanto, exigiria máquinas quânticas que ainda estão a décadas de distância de existirem.
Back estima um horizonte de 20 a 40 anos para que esse tipo de ameaça se torne plausível. Até lá, padrões de criptografia pós-quântica já existirão e poderão ser adotados. Mas não agora. Ou seja, a computação quântica não ameaça o BTC no momento.
Vale destacar, ainda, que os formatos mais novos de endereços do Bitcoin não expõem a chave pública on-chain, a menos que as moedas sejam gastas. Isso significa, portanto, que a maioria do BTC em circulação não está imediatamente vulnerável.
Como resultado, a noção de um ‘apocalipse quântico’ da noite para o dia é essencialmente especulação, e não a realidade do mercado.
E se…?
O risco mais relevante, segundo analistas como Willy Woo e James Check, não é uma falha técnica, mas sim a psicologia do mercado.
Recentemente, circulou um post hipotético que viralizou, mostrando o preço do BTC colapsando para US$ 3, caso as moedas de Satoshi fossem hackeadas e vendidas em massa.
A resposta de Woo foi direta: ‘Muitos OGs compraria na hora, diante dessa queda repentina’.
Woo argumenta que, mesmo que a computação quântica fosse de alguma forma ‘armada’ amanhã, o Bitcoin sobreviveria.
Segundo ele, a maioria das moedas não está exposta. Isso porque os usuários migrariam rapidamente para endereços resistentes à computação quântica, e a rede se adaptaria.
James Check, analista de mercado, compartilha dessa visão. Ele destaca que o principal risco do Bitcoin é a volatilidade de curto prazo, não uma falha do protocolo.
Assim, não existe um cenário realista em que a comunidade congele preventivamente as moedas de Satoshi.
Se algo do tipo ocorresse, o choque provavelmente desencadearia a maior redistribuição de Bitcoin da história, transferindo moedas de mãos fracas para capital convicto.
Essa leitura transforma medo em oportunidade — especialmente para investidores que pensam além do preço spot de curto prazo do BTC.
Por que o Bitcoin Hyper pode ser a aposta do smart money para 2026?
É aqui que o Bitcoin Hyper (HYPER) entra na conversa. Enquanto o Bitcoin continua sendo a camada de liquidação, as camadas de escala, yield e aplicações estão, cada vez mais, migrando off-chain, para um ecossistema Layer-2 nativo do Bitcoin.
O Bitcoin Hyper está se posicionando exatamente nesse movimento. O projeto utiliza um mecanismo mais avançado de provas zero-conhecimento (ZK), permitindo validar transações sem revelar informações sensíveis.
Construído como uma Layer-2 da rede Bitcoin, o Bitcoin Hyper foi projetado para oferecer maior throughput, taxas mais baixas e utilidade programável ao ecossistema Bitcoin. Sem comprometer a segurança da camada base.
Nesse sentido, em vez de apostar apenas na valorização do BTC, o Bitcoin Hyper oferece exposição à camada econômica em expansão do Bitcoin. Onde atividade, uso e geração de yield podem crescer mais rápido do que o próprio ativo subjacente.
A pré-venda do token nativo HYPER já levantou mais de US$ 29 milhões, e continua a crescer. Para investidores iniciais, é uma oportunidade de entrar no projeto enquanto os preços ainda estão baixos, antes da listagem em exchanges.
Estrutura de pré-venda, incentivos de staking e possibilidade de obter rendimento passivo são, exatamente, os fatores que atraem os primeiros participantes, enquanto aguardam o lançamento completo da rede.
Em um mercado cada vez mais dominado por acumulação institucional e narrativas de longo prazo, esse tipo de aposta em infraestrutura está alinhado à forma como o smart money costuma se posicionar antes de ciclos de vários anos.
Se o futuro do Bitcoin é menos sobre sobrevivência, então o Bitcoin Hyper se destaca como uma aposta estratégica para investidores que olham para 2026 e além.
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