As stablecoins dominam o debate em 2025. Agora, com o avanço do setor, a stablecoin da Sony surge como o próximo grande movimento previsto para 2026, reacendendo discussões sobre infraestrutura e escalabilidade.
No ano passado, o foco era as moedas meme, mas tudo mudou quando o presidente dos Estados Unidos Donald Trump e a primeira-dama Melania lançaram seus próprios projetos.
TRUMP e MELANIA marcaram o topo cíclico do mercado antes da entrada em vigor do GENIUS Act. Além disso, a virada regulatória redefiniu o ritmo de inovação no setor.
No início de dezembro, o valor total das stablecoins supera US$ 310 bilhões. A Tether continua líder, com mais de US$ 184 bilhões de USDT emitidos. Outros emissores relevantes incluem USDC emitida pela Circle, USDS pela Sky e USDe pela Ethena.
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Sony vai lançar sua stablecoin em 2026
A maioria das stablecoins relevantes, como a USDT, segue o GENIUS Act. A norma passou pelo Senado em junho, chegou à Câmara em julho e recebeu assinatura presidencial no dia 18. Com isso, emissores ganharam diretrizes rígidas e previsíveis.
O texto determina que tokens lastreados devem ser apoiados por ativos de baixo risco e alta liquidez, como caixa e títulos do Tesouro. Além disso, as empresas precisam divulgar mensalmente a composição das reservas, reforçando transparência.
Com esse ambiente regulatório, o Sony Bank, braço financeiro da Sony Group, planeja lançar uma stablecoin atrelada ao dólar no segundo trimestre de 2026. Em outubro, ele solicitou uma autorização para operar como trust nacional via Connectia Trust.
Se for aprovado, poderá oferecer pagamentos de baixo custo dentro do ecossistema Sony, incluindo PlayStation. Dessa forma, o ativo pode ampliar a integração entre jogos e serviços digitais.
A emissão deve ocorrer na Soneium, solução de camada 2 baseada em Ethereum lançada em janeiro de 2025 para criadores de conteúdo. A rede usa tecnologia Optimism e já administra mais de US$ 83 milhões em ativos.
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Por que stablecoins funcionam tão bem em soluções L2 como o Bitcoin Hyper
A decisão da Sony de usar uma L2 faz sentido técnico e econômico. Plataformas de camada 2 (L2) já são padrão para operações de stablecoins. Assim, emissões se tornam mais baratas e rápidas, favorecendo a adoção global.
Em redes L2, transações são quase instantâneas e têm baixo custo. Graças a velocidades de processamento quase equivalentes às da Visa, a experiência do usuário melhora de forma significativa.
Assim, mais pessoas conseguem testar, utilizar e até adotar essas redes como parte de seu cotidiano digital.
Além disso, essas plataformas já rivalizam, e às vezes superam, alternativas centralizadas. Por esse motivo, conseguem processar milhões de transações por dia sem sobrecarga e sem comprometer transparência ou segurança.
A força do Bitcoin Hyper: interoperabilidade, velocidade e segurança
Esse desempenho ajuda a explicar a tração da Bitcoin Hyper. Enquanto a Soneium utiliza Optimism, o Bitcoin Hyper adota a Solana Virtual Machine (SVM). Essa tecnologia permite escalar o Bitcoin via roll-up, garantindo taxas reduzidas e alto desempenho.
Um destaque trazido pelo sistema é a interoperabilidade direta com Solana, que facilita integrações com algumas das top criptomoedas do momento.
Outro diferencial é que o Bitcoin Hyper usa provas de conhecimento zero no Canonical Bridge. Dessa forma, transações entre a L1 do Bitcoin e a L2 tornam-se mais rápidas, seguras e privadas.
A pré-venda da Bitcoin Hyper já ultrapassa US$ 28,8 milhões. No momento da redação deste artigo, cada HYPER custa US$ 0.013365, e o staking oferece até 40% de APY. Ainda assim, o interesse permanece elevado.
O que está por trás da escolha da Sony por uma L2
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O mercado de stablecoins vive um boom, ultrapassando US$ 310 bilhões em tokens emitidos em 2025.
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O GENIUS Act trouxe regras claras para emissores de ativos lastreados em dólar nos EUA, incluindo exigências de transparência e reservas.
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O Sony Bank avança para lançar um stablecoin regulado nos EUA a partir de 2026, ampliando o ecossistema financeiro da empresa.
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A Bitcoin Hyper oferece uma infraestrutura altamente escalável, tornando-se uma das melhores L2 para emissão e adoção de stablecoins.
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