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A carteira MetaMask consolidou-se como uma das principais portas de entrada para o universo Web3. Inicialmente lançada como uma extensão de navegador voltada à interação com a rede Ethereum, evoluiu para um verdadeiro hub para quem deseja explorar finanças descentralizadas, NFTs, jogos em blockchain e diversos dApps distribuídos por múltiplas redes compatíveis com EVM.
Para o investidor iniciante ou intermediário, compreender o funcionamento da carteira de criptomoedas MetaMask vai muito além de conhecer uma interface. Trata-se de entender como assumir controle direto sobre os próprios ativos, reduzir a dependência de intermediários e ganhar flexibilidade para transitar entre protocolos, redes e aplicações Web3.
Ao longo deste guia, apresentamos uma explicação completa sobre o que é a carteira MetaMask e qual seu papel no ecossistema Web3. Além disso, descubra como criar a carteira MetaMask passo a passo no computador e no celular. Como usar a carteira no dia a dia com DeFi e NFTs, quais redes e tokens ela suporta e quais pontos fortes e limitações ela apresenta. Por fim, conheça uma alternativa multi-chain robusta — a Best Wallet — para avaliar em paralelo.
Em resumo, para quem já utiliza diferentes carteiras de criptomoedas, este texto ajuda a organizar uma visão mais estratégica: em quais cenários a carteira MetaMask se destaca, em que situações adiciona complexidade desnecessária e quando outras soluções, como a Best Wallet, podem se encaixar melhor nos objetivos de investimento e uso prático.
A carteira MetaMask é uma hot wallet de software, não custodial, criada em 2016 pela Consensys com o objetivo de facilitar o acesso à rede Ethereum diretamente a partir do navegador. Com o tempo, ampliou a atuação e passou a oferecer também um aplicativo mobile, tornando-se uma carteira Web3 completa para usuários que desejam interagir com diversos ambientes descentralizados. Por ser uma hot wallet, permanece conectada à internet na maior parte do tempo. Isso oferece agilidade para uso diário, assinatura de transações e conexão com dApps, mas também aumenta a superfície de ataque, exigindo um nível mais elevado de disciplina em segurança digital. Em termos funcionais, a carteira MetaMask permite armazenar e gerenciar ether e tokens ERC-20, interagir com dApps diretamente no navegador ou no aplicativo mobile, conectar-se a protocolos DeFi, plataformas de NFTs, jogos e marketplaces de ativos digitais e assinar transações e mensagens on-chain utilizando as chaves privadas do próprio usuário. Do ponto de vista técnico, trata-se de uma carteira não custodial, em que as chaves privadas são mantidas localmente no dispositivo. A base de todas as contas é uma seed phrase ou Secret Recovery Phrase, geralmente composta por 12 palavras que precisam ser anotadas e guardadas com extremo cuidado, pois representam o verdadeiro acesso à carteira. Além disso, a MetaMask integra um agregador de DEXs chamado MetaMask Swaps, que permite realizar trocas de tokens dentro da própria interface, cobrando uma taxa de serviço adicional às taxas de gas de rede. Na prática, esse conjunto de características significa que o usuário passa a ter controle direto sobre os ativos, sem depender de um custodiante centralizado, ganha acesso rápido a lançamentos, protocolos e oportunidades de DeFi em Ethereum e redes compatíveis e assume a responsabilidade integral por backup, proteção da seed phrase e demais aspectos de segurança operacional.O Que é a Carteira MetaMask?
Para Que Serve a Carteira MetaMask?
Na prática, a carteira MetaMask funciona como um verdadeiro passaporte Web3. Enteda os motivos:
Carteira de criptomoedas
Em primeiro lugar, atua como carteira de criptomoedas, permitindo receber, armazenar e enviar ether e diversos tokens compatíveis, incluindo stablecoins em padrão ERC-20 e tokens de governança de protocolos DeFi. Isso torna a carteira adequada tanto para quem simplesmente quer manter saldos em cripto quanto para quem deseja participar ativamente de estratégias on-chain.
Interface para dApps e DeFi
Em segundo lugar, a MetaMask funciona como interface principal para interação com dApps e protocolos DeFi. Em vez de depender apenas de painéis oferecidos por exchanges centralizadas, o investidor pode conectar a carteira MetaMask diretamente a exchanges descentralizadas, plataformas de lending e borrowing, pools de liquidez, soluções de yield farming, protocolos de staking e restaking, entre muitos outros serviços. Dessa forma, a carteira se transforma em um painel de controle a partir do qual as transações são assinadas e a interação com contratos inteligentes ocorre de forma transparente.
Gestão de NFTs e identidade Web3
Em terceiro lugar, a MetaMask também assume o papel de ferramenta de gestão de NFTs e de identidade Web3. A partir dela, é possível comprar, vender e manter tokens não fungíveis em diferentes coleções, assinar logins descentralizados baseados em endereço de carteira, gerenciar permissões concedidas a dApps e organizar a presença on-chain de forma mais integrada.
Em síntese, ao responder à pergunta “o que é MetaMask”, a definição mais precisa é enxergar a carteira como a combinação de um cofre de criptoativos, um painel de controle Web3 e um identificador on-chain, reunidos em um único aplicativo.
Como Criar Sua Carteira MetaMask (Passo a Passo)
Criar uma carteira MetaMask exige atenção especial à segurança, principalmente no momento de geração e armazenamento da seed phrase. O processo envolve etapas no desktop e, se você preferir, no aplicativo mobile.
Criação de uma nova carteira MetaMask (desktop)
- Clicar no ícone da carteira MetaMask e selecionar “Get Started”.
- Escolher “Create a new wallet”.
- Definir uma senha forte para desbloquear a carteira no dispositivo.
- Em seguida, a carteira exibirá a Secret Recovery Phrase / seed phrase, geralmente com 12 palavras.
- Anotar essas palavras em papel (de preferência em mais de uma cópia) e guardar em locais físicos seguros, separados.
- Confirmar a seed selecionando as palavras na ordem correta.
Instalação da carteira MetaMask no navegador (Chrome, Brave, Edge, Firefox)
No computador, o primeiro passo é acessar exclusivamente o site oficial da MetaMask e, a partir dele, selecionar a extensão correspondente ao navegador utilizado, seja Chrome, Brave, Edge ou Firefox. Após clicar em adicionar extensão e concluir a instalação, o ícone da raposa passa a aparecer na barra do navegador. É fundamental evitar links de terceiros, anúncios patrocinados pouco claros ou repositórios paralelos, pois extensões falsas são um vetor comum de golpes.
Com a extensão instalada, o usuário clica no ícone da MetaMask, seleciona a opção para começar a usar a carteira e escolhe a criação de uma nova wallet. Em seguida, define uma senha forte para desbloqueio local e recebe a apresentação da Secret Recovery Phrase, normalmente composta por 12 palavras.
- Importante: Nesta etapa, é essencial anotar as palavras em papel, preferencialmente em mais de uma cópia, evitando qualquer forma de captura digital, como fotos, capturas de tela ou armazenamento em nuvem.
Depois, a carteira solicita a confirmação da frase, exigindo a seleção das palavras na ordem correta. Quem tiver acesso a essa seed phrase terá, na prática, controle total sobre os fundos. Por outro lado, se a frase for perdida e não existir backup, o acesso à carteira torna-se irrecuperável.
Instalação da carteira MetaMask no mobile (iOS/Android)
No mobile, o processo é semelhante. O usuário deve abrir a loja oficial de aplicativos (App Store ou Google Play), buscar o app oficial MetaMask, conferir logotipo, desenvolvedor e número de downloads e concluir a instalação. Após abrir o app, é possível optar pela criação de uma nova carteira ou pela importação de uma carteira já existente por meio da seed phrase. O aplicativo solicita a definição de um PIN ou senha local e repete o fluxo de apresentação e confirmação da Secret Recovery Phrase, sempre exigindo que o backup seja feito manualmente e armazenado em local seguro.
Sincronização da carteira MetaMask em vários dispositivos
Caso se deseje utilizar a mesma carteira MetaMask em vários dispositivos, a sincronização é feita por meio da própria seed phrase. No novo dispositivo, o usuário seleciona a opção para importar carteira existente, insere as 12 palavras na ordem correta e define uma senha local.
A partir desse ponto, as mesmas contas on-chain ficam acessíveis no navegador e no smartphone, o que facilita, por exemplo, operar DeFi no computador e acompanhar saldos pelo celular.
Após criada, a carteira MetaMask passa a ser utilizada principalmente para enviar e receber criptomoedas, gerenciar gas fees e estabelecer conexões seguras com dApps. No envio de criptomoedas, basta selecionar na interface da carteira o ativo que deseja transferir, informar o endereço de destino ou utilizar o leitor de QR code. Em seguida definir o valor e ajustar a taxa de gas, geralmente escolhendo entre perfis de prioridade como rápido, médio ou lento. Em seguida, basta revisar os detalhes da transação e confirmar a operação, que pode ser acompanhada em um explorador de blocos da rede utilizada. Para receber criptomoedas, o processo é ainda mais simples. Basta acessar a seção correspondente ao ativo desejado, copiar o endereço da carteira na rede correta e compartilhá-lo com quem fará a transferência ou com a exchange de origem do saque. A atenção aqui recai sobre o cuidado de garantir que a rede utilizada por quem envia seja exatamente a mesma configurada na carteira MetaMask. A conexão com dApps representa um dos pontos centrais do uso diário da carteira MetaMask. Ao acessar o site de um protocolo DeFi, marketplace de NFTs ou jogo Web3 no navegador que possui a extensão instalada, o usuário encontra a opção de conectar a carteira. Ao selecionar MetaMask, surge uma janela solicitando autorização para a conexão, indicando endereço da conta, rede e permissões básicas. Após a aprovação, a carteira passa a servir como “assinatura digital” para operações de swap, provisão de liquidez, staking, compra ou venda de NFTs e demais interações com contratos inteligentes. Essa dinâmica elimina a necessidade de criar logins tradicionais em cada serviço e reforça o modelo de identidade baseada em carteira.Como Usar a Carteira MetaMask no Dia a Dia
Redes e Tokens Compatíveis com a Carteira MetaMask
A carteira MetaMask foi desenvolvida originalmente para a rede Ethereum e para tokens no padrão ERC-20. Com a evolução do ecossistema, passou a permitir conexão a diversas redes compatíveis com EVM, como:
- Ethereum mainnet e diversas testnets;
- BNB Chain, Polygon, Avalanche C-Chain, Arbitrum, Optimism, entre outras soluções de segunda camada;
- Sidechains e rollups que seguem o padrão EVM.
Essa flexibilidade é obtida por meio da configuração de RPCs e parâmetros de rede, muitas vezes oferecidos diretamente pelos dApps ou documentados pelos projetos.
Apesar dessa expansão, o foco principal da carteira MetaMask ainda é o ambiente Ethereum e suas extensões EVM. Blockchains como Bitcoin, XRP ou a camada principal de Solana não possuem suporte nativo na MetaMask. Para expor esses ativos dentro da interface, é necessário recorrer a versões tokenizadas, como o wrapped BTC (wBTC) em Ethereum, ou a integrações adicionais, o que pode introduzir complexidade e riscos específicos.
Em termos práticos, quem prioriza tokens ERC-20, interação com protocolos DeFi em Ethereum e soluções de segunda camada, além de NFTs nesse universo, encontra na carteira MetaMask um ambiente muito adequado.
Já quem mantém um portfólio fortemente concentrado em Bitcoin, Solana, XRP ou outros ativos de blockchains com arquiteturas diferentes tende a complementar a MetaMask com outras carteiras, ou considerar soluções multi-chain mais abrangentes, como a Best Wallet, para consolidar a gestão em um único aplicativo.
A Carteira MetaMask é Segura?
A carteira MetaMask é amplamente considerada segura dentro da categoria de carteiras hot não custodiais, desde que sejam observadas boas práticas de segurança por parte do usuário. O modelo de chaves privadas locais, criptografadas no dispositivo e protegidas por senha, reduz a dependência de terceiros e evita que uma empresa centralizada mantenha posse dos ativos. A abertura de grande parte do código à auditoria da comunidade contribui para a detecção e correção de vulnerabilidades.
Outro ponto positivo é a possibilidade de integração com hardware wallets. Ao conectar dispositivos físicos como Ledger e similares, a assinatura de transações passa a depender de confirmação no próprio hardware, diminuindo o risco de comprometimento direto das chaves privadas por malwares instalados no computador ou no smartphone.
Por outro lado, há riscos inerentes ao modelo de hot wallet. Dispositivos conectados à internet estão mais expostos a trojans, keyloggers, extensões maliciosas e ataques de phishing. Além disso, determinadas configurações de privacidade podem expor metadados de uso para provedores de RPC. O ponto mais sensível, porém, continua sendo a seed phrase: se alguém compromete essa informação, assume a carteira integralmente, e nenhum mecanismo on-chain reverte a perda.
Boas práticas de segurança com a carteira MetaMask
Um infográfico sobre segurança da carteira MetaMask poderia ser organizado em três blocos:
Dispositivo
- Manter sistema operacional e navegador sempre atualizados.
- Utilizar soluções de segurança reputadas (antivírus, antimalware).
- Evitar instalar extensões e aplicativos desnecessários.
Seed phrase / Secret Recovery Phrase
- Anotar a seed phrase em papel ou em placas metálicas, sempre offline.
- Evitar fotos, capturas de tela, armazenamento em nuvem, e-mail ou aplicativos de notas.
- Criar ao menos duas cópias e guardá-las em locais distintos, seguros e discretos.
Uso diário da carteira MetaMask
- Conferir sempre o domínio dos dApps antes de conectar a carteira.
- Ler com atenção as permissões de assinatura e os detalhes de cada transação.
- Revogar periodicamente permissões (approvals) de contratos que já não são utilizados.
Seguindo esse conjunto de boas práticas, você reduz de maneira significativa os riscos associados a uma carteira hot, mantendo a conveniência da carteira MetaMask no uso cotidiano.
Vantagens e Desvantagens da Carteira MetaMask
Embora ofereça inúmeros benefícios, nem tudo são flores quando o assunto é carteira MetaMask. Pensando nisso, apresentamos a seguir as principais vantagens e desvantagens da carteira MetaMask.
Vantagens
- Acesso amplo ao ecossistema Ethereum e a redes compatíveis com EVM;
- Interação rápida com dApps relevantes, soluções de segunda camada e sidechains;
- Interface simples para instalação, envio de transações e conexão com aplicações;
- Ecossistema consolidado com DEXs, marketplaces NFT, jogos, ferramentas e Snaps;
- Funcionamento não custodial, garantindo controle total das chaves privadas;
- Compatibilidade com hardware wallets para adicionar uma camada extra de segurança.
Desvantagens
- Taxas adicionais em serviços internos como o MetaMask Swaps, além das gas fees;
- Suporte limitado para blockchains fora do universo EVM, como Bitcoin e XRP;
- Maior exposição a riscos por ser uma hot wallet usada em navegador e smartphone;
- Curva de aprendizado mais complexa em operações avançadas de DeFi, como approvals, bridges e gerenciamento de redes.
Funcionalidades Extras da Carteira MetaMask (Snaps, Card)
Além das funções básicas de wallet Web3, a carteira MetaMask vem desenvolvendo duas frentes que podem mudar a forma de uso no dia a dia: MetaMask Snaps e MetaMask Card.
MetaMask Snaps
Os Snaps são módulos que estendem as funcionalidades da carteira MetaMask, de forma semelhante a “plugins”:
- Snaps de segurança podem analisar transações e contratos em tempo real, sinalizando riscos, endereços suspeitos e padrões de golpe antes de o usuário aprovar qualquer ação.
- Snaps de rede permitem suporte adicional a determinadas blockchains ou formatos especiais de assinatura.
- Snaps de usabilidade adicionam notificações, alertas, integrações com outras ferramentas e automações.
O benefício para o investidor é direto: camadas adicionais de segurança e flexibilidade, sem necessidade de trocar de carteira principal. O ponto de atenção é revisar sempre a origem do Snap, as permissões solicitadas e a reputação do desenvolvedor antes de instalar.
MetaMask Card (integração com Mastercard)
O MetaMask Card é um cartão de débito vinculado diretamente à carteira MetaMask, construído em parceria com a Mastercard e provedores específicos em algumas regiões.
Em linhas gerais:
- Permite gastar cripto (especialmente stablecoins) em qualquer estabelecimento que aceite Mastercard;
- O débito sai diretamente do saldo da carteira MetaMask, reduzindo a necessidade de enviar fundos para uma exchange antes de pagar;
- Foi lançado inicialmente em mercados selecionados, com expansão gradual.
Na prática, o MetaMask Card aproxima a experiência on-chain do dia a dia, permitindo que saldos em cripto se conectem com o sistema financeiro tradicional de maneira mais fluida.
Alternativa à Carteira MetaMask: Conheça a Best Wallet
Para investidores que gostam da proposta de uma carteira não custodial, mas buscam uma solução com foco claro em multi-chain e em usabilidade mobile, a Best Wallet surge como uma alternativa relevante à carteira MetaMask. Trata-se de uma carteira também não custodial, orientada à privacidade e ao controle do usuário, que dispensa KYC para o uso básico on-chain, mantendo a filosofia de auto-custódia.
A Best Wallet foi desenhada para suportar dezenas de blockchains e milhares de criptoativos em um único aplicativo, incluindo Ethereum, Solana, Bitcoin, BNB Chain e muitas outras redes. Em vez de concentrar o foco apenas em EVM, coloca a experiência multi-chain no centro do produto, o que é especialmente atraente para quem opera memecoins, altcoins variadas, NFTs em diferentes blockchains e estratégias de arbitragem entre redes. O aplicativo integra um agregador de DEXs capaz de se conectar a várias plataformas, buscando combinações de rota e liquidez que resultem em condições competitivas de swap. Em paralelo, disponibiliza recursos de staking, acesso a pré-vendas e filtros automáticos de tokens suspeitos, que ajudam a identificar projetos de risco elevado ou potencialmente fraudulentos antes que o usuário se exponha.
Na camada de segurança, a Best Wallet combina tecnologias modernas de criptografia, autenticação biométrica e mecanismos de monitoramento, com foco em detectar comportamentos anômalos e proteger o usuário no uso diário. Embora continue sendo uma hot wallet, o desenho da experiência procura reduzir atritos e erros operacionais comuns, tornando o fluxo de utilização mais amigável.
Visitar Best WalletMetaMask x Best Wallet x Trust Wallet (visão comparativa)
| Característica | MetaMask | Best Wallet | Trust Wallet |
| Tipo de carteira | Hot, não custodial | Hot, não custodial | Hot, não custodial |
| Foco principal | Ethereum + redes EVM | Multi-chain amplo (diversas blockchains) | Multi-chain amplo (diversas blockchains) |
| Suporte nativo a Bitcoin | Indireto (via versões wrapped) | Suporte nativo, via múltiplas redes | Suporte nativo |
| App mobile | Sim | Sim | Sim |
| Extensão de navegador | Sim | Em expansão / web3 wallet dedicada | Sim |
| DeFi & dApps | Forte em Ethereum e L2 | Forte em múltiplas redes via agregador de DEXs | Forte, com navegador dApp integrado |
| Estrutura de taxas | Swaps com taxa própria + gas | Swaps via agregador, com foco em taxas competitivas | Swaps e compras com taxas de parceiros |
| Privacidade / KYC | Sem KYC para uso básico | Sem KYC para uso básico, foco maior em anonimato | Sem KYC para uso básico |
Conclusão: Vale a Pena Usar a Carteira MetaMask?
Para quem deseja se aprofundar em DeFi, NFTs e dApps, a carteira MetaMask permanece como uma das ferramentas centrais do ecossistema Ethereum. Sua combinação de ampla compatibilidade com protocolos EVM, experiência de uso já amadurecida, grande base de usuários e integração com funcionalidades avançadas, como Snaps e o MetaMask Card, faz com que continue sendo uma referência no segmento de carteiras de criptomoedas.
Entretanto, a expansão do mercado cripto trouxe uma demanda crescente por soluções multi-chain, capazes de lidar com Bitcoin, Solana, Ethereum, BNB Chain e diversas outras redes dentro de uma única interface. Nesse contexto, a carteira MetaMask pode revelar limitações para investidores que desejam concentrar toda a gestão em um só aplicativo. A Best Wallet aparece justamente como resposta a essa necessidade, oferecendo um ambiente multi-chain amplo, foco em usabilidade mobile e recursos adicionais de segurança e filtragem de tokens.
Uma estratégia equilibrada usa a carteira MetaMask como instrumento principal para interagir com Ethereum, soluções de segunda camada e dApps EVM, enquanto a Best Wallet funciona como hub multi-chain para consolidar o portfólio e operar em múltiplas blockchains. Dessa forma, o investidor combina a profundidade do ecossistema EVM com a amplitude de uma carteira desenhada desde o início para a diversidade de redes.
Visitar Best WalletPerguntas Frequentes Sobre a Carteira MetaMask
MetaMask tem taxas?
A carteira MetaMask, por si só, não cobra mensalidade nem tarifa pela simples manutenção da conta. Alguns concorrentes seguem lógica semelhante, enquanto outros, como a Best Wallet, procuram otimizar as rotas de swap e a estrutura de cobrança para reduzir custos na camada da carteira.
É preciso fazer KYC?
Para o uso básico como wallet não custodial, não há exigência de verificação de identidade. O usuário faz o download, cria a seed phrase e passa a operar diretamente on-chain. No entanto, serviços de compra e venda de cripto com moeda fiduciária integrados à carteira, por meio de provedores terceiros, podem exigir procedimentos de KYC, de acordo com as normas de cada jurisdição e de cada parceiro.
Posso usar em mais de um dispositivo?
Sim. A mesma seed phrase pode ser importada na extensão instalada em um navegador de desktop e no aplicativo do smartphone, permitindo que as mesmas contas sejam acessadas em diferentes pontos. Cada dispositivo conta com sua própria senha local, mas os endereços on-chain são os mesmos. O cuidado crítico, nesse processo, é jamais expor a seed phrase em prints, mensagens ou canais digitais; a digitação deve ser feita manualmente, em ambiente controlado.
O que acontece se eu perder a seed?
Caso o usuário não tenha qualquer backup confiável da seed phrase, o acesso aos fundos vinculados àquela carteira torna-se, na prática, impossível de recuperar. Não há mecanismo de “esqueci a senha” e tampouco suporte oficial com acesso à frase. Por isso, recomenda-se a criação de pelo menos duas cópias físicas, guardadas em locais distintos, seguros e discretos, e, para valores mais expressivos, o uso de materiais resistentes, como placas de metal, para proteção adicional contra fogo e água.
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